top of page
_MG_4284.jpg

  INDO-BRASILIDADE
ou
BRASIL:
A ÍNDIA QUE PORTUGAL CRIOU

Tese, investigação e documentário
de Hugo Santarem Rodrigues

_MG_0481 _MG_9804.jpg

Foto esquerda.
Fotógrafo:
Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Goa, Índia.
Ano: 2024.

Foto direita.
Fotógrafo:
Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Pernambuco, Brasil.
Ano: 2024.

010MABM19258 _11A6310.jpg

Foto esquerda.
Fotógrafo:
Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Goa, Índia
.
Ano: 2024.

Foto direita.
Fotógrafo:
Marcel Gautherot.
Local: São Luís, Brasil.
Ano: 1958.

GABRIELA SEM
CRAVO E CANELA

"Seria possível imaginar a personagem Gabriela, de Jorge Amado, sem cravo e canela?
Gabriela, a sertaneja de pele morena, representa a miscigenação negra, europeia e indígena, que compõe o povo brasileiro.
Mas o tempero que a descreve é oriental.

 
Ninguém conseguiria imaginar Gabriela sem cravo e canela, assim como é impossível imaginar um Brasil sem coqueiros, cana-de-açúcar e tantos outros elementos que foram trazidos da Ásia com o intuito de construir nesse novo território aquilo que viria a ser chamado de Brasil."
Hugo Santarem Rodrigues

_MG_5710_edited.jpg
_11A1654 _MG_0454.jpg

Foto esquerda.
Fotógrafo:
Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Kerala, Índia.
Ano: 2024

Foto direita.
Fotógrafo:
Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Pernambuco, Brasil.
Ano: 2024

"Quem controla o passado,

controla o futuro.

Quem controla o presente,

controla o passado."

George Orwell

INDO-BRASILIDADE
por Hugo Santarem Rodrigues

 

O debate sobre apagamentos históricos não deve ser dissociado dos sistemas que os viabilizam.

A seleção de recortes historiográficos, a reorientação da memória nacional e a institucionalização de vieses servem para legitimar assimetrias de poder.

​

Nesse sentido, minha pesquisa, que sustento ser pioneira na identificação das origens indo-lusitanas de manifestações culturais tradicionalmente atribuídas à brasilidade, abriu caminho para uma segunda linha investigativa: quais estruturas e regimes produziram e canonizaram esses recortes? Seria possível recuperar o momento histórico em que as origens indo-lusitanas de elementos hoje considerados símbolos da brasilidade passaram a ser desconsideradas?

​

Minha investigação utiliza a fotografia como instrumento de pesquisa, transformando-a em ferramenta para a construção de evidências sobre as transferências e hibridizações entre a Índia portuguesa e a América portuguesa.

 

Ao confrontar fontes primárias e bibliografia crítica com a investigação empírica in loco, tornou-se evidente que o apagamento dessas manifestações não ocorreu de forma aleatória. Nesse sentido, as manifestações culturais tornam-se arquivos vivos de uma memória luso-oriental e das conexões indo-brasileiras. O resgate dos processos de formação dessas culturas oferece, assim, uma chave de leitura capaz de iluminar a própria formação histórica do Brasil.

​

Para aprofundar-se na compreensão de como a memória do Brasil tem sido instrumentalizada, acesse www.mitodaimigracao.com.br

​​

_11A1975 _11A9994.jpg

Foto esquerda.
Fotógrafo: Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Chennai, Índia.
Ano: 2024.

Foto direita.
Fotógrafo: Hugo Santarem Rodrigues.
Local: Brasília, Brasil.
Ano: 2024.

SOBRE

HUGO SANTAREM RODRIGUES

​

Meu nome é Hugo Santarem Rodrigues e meu percurso investigativo começou em 2004, quando iniciei uma pesquisa independente sobre trabalho escravo contemporâneo que resultou no longa-metragem Pureza, lançado em 2022.

A continuidade dessa investigação, sob a perspectiva das estruturas de longa duração e das histórias conectadas, resultou no Projeto Interior e nas investigações de Indo-Brasilidade e O Mito da Imigração, reunidos no projeto editorial Nação do Passado.

Saiba mais aqui: www.hugosantarem.com

INDO-BRASILIDADE
OU
BRASIL: A ÍNDIA QUE PORTUGAL CRIOU

A investigação está sendo adaptada para um documentário
realizado de forma independente.

_MG_0938.jpg
_MG_0938.jpg
_MG_2536.jpg
JUNTE-SE À LISTA DE EMAILS

Email enviado!

bottom of page